Nesse particular, a gestão Luizianne Lins (PT) comete um de seus maiores pecados. O Município não tem um plano de desenvolvimento e de convivência entre as várias “cidades” que Fortaleza comporta. Projetos e obras, grandes e pequenos, atuais e antigos, foram pensados e são tocados do jeito que dá. No improviso. O Plano Diretor, que poderia ser um grande aliado, pasmem, ainda não foi regulamentado. Tem legislação para quase tudo, mas, sem aplicação nem fiscalização, é como se não existisse. O Iplanfor ainda é uma miragem.
Não é de admirar que em vários aspectos, vivemos um faroeste urbano. Dos camelódromos a céu aberto a grandes construções feitas na marra, via ordem judicial. Das poluições sonoras e visuais ao show de horrores também conhecido como trânsito de Fortaleza. Sem se falar nas dezenas de centenas de pessoas que agonizam, alguns morrendo, à míngua, em corredores de postos de saúde e hospitais.
(O POVO / Coluna Política / Erivaldo Carvalho)
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